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Higiene e segurança no trabalho (2)

Cont. - Higiene e segurança no trabalho (1)

 

Como podemos diminuir estes riscos? Através da implementação de princípios comuns da segurança dos trabalhos de reparação e manutenção:

  • Integração da gestão da SST na gestão dos trabalhos de reparação e manutenção;
  • Abordagem estruturada baseada na avaliação dos riscos;
  • Definição clara de funções e responsabilidades;
  • Métodos de trabalho seguros e orientações claras;
  • Formação e equipamento adequados;
  • Envolvimento dos trabalhadores no processo de avaliação dos riscos e de gestão dos trabalhos de reparação e manutenção.

São requisitos básicos da segurança dos trabalhos de reparação e manutenção: 

  1. Planeamento do trabalho;
  2. Preparação de uma área de trabalho segura;
  3. Utilização de equipamento adequado;
  4. Execução do trabalho de acordo com o plano;
  5. Verificação final do trabalho realizado.

Desenvolvendo estes requisitos:

 1º Requisito - Planificação:

  • Recolher informação;
  • Assegurar que o pessoal de manutenção tem competência para a realizar;
  • Tornar explícito quem é responsável;
  •  Avaliar os riscos presentes.

2º Requisito - Tornar segura a área de trabalho:

  • Desligar a corrente elétrica (quando aplicável);
  • Garantir a segurança das máquinas;
  • Manter afastadas as pessoas alheias às operações em curso.

3º Requisito - Usar equipamento adequado – incluindo equipamento de proteção pessoal.

4º Requisito - Executar os trabalhos de acordo com o plano – sem improvisar nem facilitar, por falta de tempo.

 

5º Requisito - Verificação final – garantir que está tudo em condições de segurança antes de reiniciar os processos de trabalho normais.

Já na prevenção de acidentes de trabalho na área da construção civil, utilizando as recomendações da Agência Europeia para a Segurança e a Saúde no Trabalho podemos apresentar as seguintes recomendações3:

Responsabilidades

 Clientes, supervisores de projeto, empregadores, adjudicatários e trabalhadores por conta própria, todos têm o dever de implementar a segurança. As prescrições mínimas incluem:

·         Ter em conta a segurança e a saúde no trabalho desde a fase de planeamento, em todos os trabalhos de construção. O trabalho tem de ser coordenado entre todas as partes envolvidas no planeamento e na execução do mesmo.

·         Assegurar a utilização de equipamento de trabalho seguro (adequabilidade das coberturas, seleção, dispositivos de segurança, utilização segura, formação e informação, inspeção e manutenção).

·         Colocar sinalização de segurança e/ou de saúde nos locais onde não seja possível evitar a existência de perigos ou onde estes não possam ser adequadamente reduzidos através da aplicação de medidas preventivas.

·         Fornecer equipamento de proteção individual (capacetes de proteção, arnês de segurança, equipamento de proteção dos olhos e das vias respiratórias, calçado de segurança, etc.) adequado aos riscos em causa e nos casos em que  estes  não possam ser evitados por outros meios.

·         Assegurar que os trabalhadores da construção disponham de um ambiente de trabalho seguro e de instalações cómodas através, por exemplo, de acessos e vias de circulação seguras.

·         Pôr em prática um quadro geral de gestão da saúde e da segurança que inclua: avaliar e prevenir os riscos; dar  prioridade  a  medidas  coletivas para eliminação dos riscos; consultar os trabalhadores e proporcionar-lhes informação e formação; efetuar a coordenação de segurança com os empreiteiros.

 Os trabalhadores têm o dever de cooperar de forma ativa a nível das medidas  de prevenção implementadas pelas entidades patronais, bem como cumprir as instruções de acordo com a formação recebida.

Consultar os trabalhadores é um imperativo. Recorrer aos seus conhecimentos ajuda a assegurar a deteção correta dos riscos e a aplicar soluções viáveis.

Prevenção de acidentes – Avaliação dos riscos

Existem inúmeros perigos a nível do trabalho de construção. No entanto, existem também inúmeras “boas práticas” que podem facilmente ser aplicadas no sentido de impedir a ocorrência de acidentes. O primeiro passo consiste em efetuar uma  avaliação dos  riscos que seja adequada e suficiente.

Deverá ser assegurada uma verdadeira redução da exposição ao perigo, quer por parte dos trabalhadores quer de outras pessoas (incluindo os visitantes dos estaleiros de  construção ou o público que está de passagem),  a avaliação dos riscos deverá ter  em consideração todos os possíveis riscos e perigos. Assegurar  a redução de  um risco não  implica criar outro.

Todos os perigos deverão ser identificados, incluindo os que decorrem de atividades laborais e de outros fatores como, por exemplo, o planeamento dos estaleiros de construção. A esta fase de identificação segue-se a avaliação da extensão dos riscos existentes e a avaliação das medidas de prevenção disponíveis.

Foram tomadas medidas suficientes ou é necessário tomar medidas adicionais? Os resultados da avaliação dos riscos ajudarão a selecionar as medidas de boas práticas cuja implementação é mais adequada.

 Prevenção prática

Os principais perigos incluem o trabalho em altura, os trabalhos de escavação e a movimentação de cargas. É necessário dar  prioridade  a  medidas  que  eliminem  ou reduzam os perigos na sua origem e que proporcionem uma proteção coletiva. As medidas

de proteção individual como, por exemplo, a utilização de equipamento de proteção, deverão ser implementadas nos casos em que não seja possível efetuar uma redução adicional dos riscos através de outros meios.

Para além da avaliação global dos riscos é necessário efetuar um acompanhamento constante e inspeções regulares.

3 Agência Europeia para a Segurança e a Saúde no Trabalho. Prevenção de Acidentes no Sector da Construção. In http://europe.osha.eu.int/goodpractice/sector/construction/

O que fazemos queremos fazer bem!

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Arquitecto com trabalho desenvolvido em projetos de instalações desportivas de grande qualidade. Trabalho rigoroso especializado. Um nosso parceiro privilegiado com um portfolio de referência.

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International Association for Sports and Leisures Facilities is the leading global non-profit organisation for professionals from the sports, leisure and recreation facilities industry. Somos membros.

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Instituto Português do Desporto e Juventude I.P. tem por missão a execução de uma política integrada e descentralizada para as áreas do desporto e da juventude. Organismo central da política desportiva. 

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Fernando Tavares

Consultor desportivo. Master Éxecutif en Managenet des Organisations Sportives - MEMOS - LUNEX Université (Luxemburgo). Mestre em Ensino da Educação Física Ensino Básico e Secundário, UTL-FMH. Frequência do III Curso de Mestrado em Gestão da Formação Desportiva, UTL-FMH. Licenciado em Educação Física pelo Instituto Superior de Educação Física - UTL. Desempenhou vários cargos pedagógicos e de de gestão em escolas onde lecionou. Desde 1988 tem colaborado com diferentes Autarquias. Membro de vários comités organizadores. Formador.

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Comité Olímpico de Portugal

Tem por missão desenvolver, promover e proteger o Movimento Olímpico em Portugal.

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Tem por missão de divulgar, desenvolver e defender o Movimento Paralímpico e o desporto em geral.

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Alto rendimento - Atletismo

"Quels facteurs clés de succès pour l'athlétisme de haut niveau au Portugal"

Partindo do quadro teórico da matriz SPLISS- Sports Policy factors Leading to International Sporting Success procuramos identificar quais os fatores de sucesso no alto rendimento do atletismo. Com base em algumas semelhanças com Portugal, escolhemos para análise sobre a gestão do alto rendimento cinco países: Bélgica, Grécia, Países Baixos, República Checa e Suíça. Entrevistamos os responsáveis pelo alto rendimento da Bélgica e da Suíça, e em Portugal o presidente da Federação Portuguesa de Atletismo, oito treinadores de atletas olímpicos e três atletas olímpicas (uma medalhada, uma finalista e uma semifinalista). Por último apresentamos algumas sugestões para melhorar o atletismo de alto rendimento em Portugal.